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terça-feira, 29 de setembro de 2009


Linguagem e Educação

Vivemos em uma sociedade com povos e culturas diferentes, e por consequência a oralidade e a escrita são característicos de cada um.

Ao realizar a leitura do texto de Kleiman, achei interessante o trecho em que ela cita que "a escrita não é uma modalidade fixa, não é sempre formal/ sofisticada/ planejada, assim como a fala não é, em todas as situações de comunicação, informal/ coloquial e sem planejamento".

Isso significa que além da cultura, a linguagem também varia na forma como é escrita. Muitas pessoas falam de maneira informal, mas conseguem escrever textos formais. Outras falam exatamente como escrevem.

Como educadores, precisamos compreender um pouco da cultura e do cotidiano de nossos alunos, uma vez que a maioria aprende a falar com os pais ou pessoas próximas, independente do que consideramos "certo" ou "errado". Assim podemos compreender a relação que estes fazem ao falar e escrever.

A partir da leitura pude entender que o nosso modo de falar, ler e escrever, faz parte da nossa individualidade, variando de cultura para cultura, bem como na convivência familiar e em sociedade.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Programas X Educação

Por muito tempo a luta pela educação é algo muito discutido em diferentes ambientes. Leis foram criadas e reestruturadas, programas foram criados em favor da educação, assim como conselhos municipais e escolares foram constituídos para fiscalizar a vinculação destes recursos.
Moro num município do interior e temos dois conselhos que servem para fiscalizar e acompanhar dois programas: o Programa Nacional da Merenda Escolar e o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da educação Básica e de Valorização do Magistério (Fundeb).
Foi possível perceber que estes conselhos existem, mas a funcionalidade é de pouca atuação. Então logo se percebe que os recursos são reais para as instituições escolares, mas pouco sabemos sobre a aplicação destas verbas, por falta de informação e participação.
É muito fácil criticar, observar falhas na educação, porém diante da oportunidade de fiscalização, somos submissos e exercemos pouco nossa capacidade de seres atuantes na sociedade.
A educação é garantida por programas, e o repasse de verbas existe. Então se os conselhos municipais também são realidades, é momento de sair da acomodação e procurar conhecer e participar de algo que se aproxima muito da nossa realidade de educadores.

terça-feira, 3 de junho de 2008


Tecnologia e Educação


Falar em tecnologias hoje não é mais um assunto constrangedor, já que a grande maioria das pessoas tem acesso à mesma, seja em casa, na escola...
Acredito que a introdução da informática nas escolas só tem a somar na aprendizagem dos alunos, se for utilizada com esta finalidade, uma vez que se não for utilizada de forma correta e com orientação de algum profissional, pode vir a prejudicar o desenvolvimento de crianças e adolescentes.
Assim como na aprendizagem das crianças, acredito que esta interdisciplina também só tem a nos somar, sendo que também já somos “dominados” por essa tecnologia.
Aprender a trabalhar com Software Educacional, por exemplo, proporciona a nós professores outros meios de ensinar, além de livros, textos... O que torna a aprendizagem mais gostosa e divertida, já que o uso de computadores e da internet vem sendo a principal “atração”, tanto para as crianças, quanto para os adultos.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007


Escola, Projeto Pedagógico e Currículo

“O importante da educação não é apenas formar um mercado de trabalho, mas formar uma nação, com gente capaz de pensar.”
(José Arthur Giannotti)

Ao ler esta frase, pude relacioná-la a tudo o que aprendi, e estou aprendendo, em minha prática docente.
Sempre ouvimos falar que o “papel” da escola é formar cidadãos críticos e autônomos, mas será que nós, enquanto educadores estamos contribuindo para que isso realmente ocorra?
Para transformar nossos alunos em cidadãos críticos e autônomos, “precisamos abrir-nos a novos caminhos, duvidar e ousar do que é certo”, como citei na análise do texto “Certezas nem tão certas”.
Formar uma nação com gente capaz de pensar é uma grande conquista para um educador. É muito mais do que, simplesmente, transmitir conteúdos. Este é um processo difícil e que exige muita dedicação tanto do professor, quanto do aluno.

“O objetivo da educação é a virtude e o desejo de converter-se num bom cidadão".
(Platão)