domingo, 25 de abril de 2010



Segunda semana...

Durante esta segunda semana, muitos sentimentos diferentes surgiram.
Angústia, desânimo, desespero, e até mesmo vontade de desistir.
A incerteza muitas vezes provoca estes sentimentos. Não saber por onde seguir, como continuar... É frustrante.
Estamos na segunda semana de estágio, e minha proposta ainda está sendo construída.
Em meu projeto de estágio, coloquei como proposta, desenvolver um Projeto de Aprendizagens, partindo de interesses e curiosidades de cada aluno. No entanto, novos questionamentos: Como? Quando iniciar? Como desenvolver um PA com meus alunos se em dois semestres não conseguimos concluir o nosso PA?
Deste modo preciso refletir e reavaliar sobre minha proposta, sendo que ainda não me sinto preparada para desenvolver um projeto de aprendizagem com meus alunos.
Mas vou continuar tentando, sei que é difícil investir em algo novo, sair do tradicional, experimentar novas idéias, mas não impossível.
Acredito que ainda vou acertar....

quarta-feira, 21 de abril de 2010


Primeira semana

Quando nos propomos a realizar algo novo, devemos estar prontos para as surpresas que podem surgir, principalmente quando o assunto é educação.
Para realizar meu estágio, inicialmente pensei nos objetivos que pretendo alcançar, o que eu quero que meus alunos aprendam.
Na teoria é mais simples traçar objetivos e metodologias, mas quando esta vira prática, muitas vezes pode mudar, e é ai que surgem as surpresas e aumentam os desafios. E com certeza este período de estágio se dará por meio de muitos desafios.
Para minha primeira semana como educadora, pensei em realizar atividades diferenciadas, saindo um pouco da rotina diária dos alunos, procurando envolver a tecnologia, onde fui surpreendida, pois os alunos sabem mais sobre estas do eu podia imaginar. Então o que era para ser uma atividade inovadora, acabou sendo apenas mais uma atividade.
Desde modo pude perceber que é preciso reavaliar meu planejamento e minha prática. Envolvendo atividades que proporcionem maior comprometimento e concentração da turma, uma vez que esta se mostrou dispersa e agitada. Mas entendo que, não só para mim, mas para os alunos a proposta de estágio também é um desafio novo. Com a troca de professora, atividades diferenciadas, ritmos diferentes, é comum que a turma se mostre um tanto desconcentrada inicialmente.
Nesta semana pude perceber que é importante sim trabalhar os conteúdos pré-determinados no plano de trabalho, mesmo que inicialmente pareçam desnecessários. Aprendi também que estes conteúdos podem ser muito atrativos, trazer muita aprendizagem, despertar interesses e curiosidades, só depende da maneira como serão desenvolvidos.

domingo, 11 de abril de 2010



O ato de planejar

Segundo Maria Adelia Teixeira Baffi “O ato de planejar faz parte da história do ser humano, pois o desejo de transformar sonhos em realidade objetiva é uma preocupação marcante de toda pessoa. Em nosso dia-a-dia, sempre estamos enfrentando situações que necessitam de planejamento (...)”.
Assim como em nosso dia-a-dia, na busca da realização de objetivos pessoais, o ato de planejar também se faz presente no contexto escolar.
O planejamento nada mais é do que procurar meios para se alcançar os objetivos propostos. É também um ato de reflexão sobre os caminhos a percorrer.
Para meu estágio, muitas vezes refleti, pensei estar no caminho certo, logo percebia que não estava, repensava... Até que decidi pela utilização de uma “trilha manual”, planejada e reavaliada por muitas vezes. Esta irá apresentar desafios que proporcionarão aos alunos uma interação e maiores conhecimentos sobre os recursos tecnológicos, uma vez que as tecnologias se fazem cada vez mais presentes na vida de cada indivíduo.
Sei que não será uma tarefa fácil, já que serão utilizadas “páginas virtuais” sem a utilização de computadores.
O planejamento vem sendo realizado de forma flexível, sendo que nem sempre as coisas ocorrem como desejamos.
Ainda não sei como vai ser, mas o desafio está lançado, agora é correr atrás para alcançá-lo.

sexta-feira, 26 de março de 2010



A expectativa continua...

Mais um semestre se inicia, e com ele novas experiências e aprendizagens serão adquiridas. Como nos demais, este também será um semestre muito rico em aquisição e troca de conhecimentos.
Percebo que neste início de ano, a expectativa que sempre se fez presente desde o início do curso, vem acompanhada pela ansiedade e até mesmo pelo medo. A ansiedade, que é um sentimento comum quando somos submetidos a realizar algo novo, pois mesmo para quem já está acostumado com o cotidiano escolar, o estágio será uma experiência nova para todos. E o medo, pois mesmo com todo o apoio que viemos recebendo,seja o medo de errar, de não conseguir alcançar os objetivos, este sentimento se torna inevitável.
Estamos em ano de reta final, estes sentimentos são comuns, e acredito que se faz presente em muitos nós, mas não podemos facilitar e nos deixar levar pelos mesmos.
Como todos os obstáculos que passamos para chegar até aqui, tenho a certeza de que conseguiremos superar também estes sentimentos, que podem se tornar construtivos quando superados.
Aproveito para desejar um ótimo ano a todos, com novas experiências, aprendizagens e superações.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Educação de Jovens e Adultos

Realizando a leitura do texto "Alfabetização de Adultos: ainda um desafio", de Regina Hara é possível observar que, embora a alfabetização seja um direito de todos, e que existem trabalhos destinados especificamente para jovens e adultos que estão em busca de oportunidades e de novas aprendizagens, ainda nos deparamos com uma grande evasão.

Sabemos que a maioria destes alunos traz consigo uma grande "bagagem" de obrigações, que devem ser valorizadas e respeitadas. No entando, por serem dotados de obrigações, não conseguem destinar um tempo para estar em sala de aula, e acabam levando em conta outras questões que consideram primordiais.

Mesmo com as oportunidades de escolarização, muitos adultos se deparam com questões adversas impostas pela sociedade, como a falta de moradia, alimentação, sem um trabalho fixo, etc.

Isso lhes faz deixar de lado a escolarização e lutar para sobreviver.
Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS)

Ao assistir e refletir sobre o filme "Seu nome é Jonas" é possível observar que cenas como as que ocorrerar ainda são visíveis, sendo que o preconceito existe e é uma das maiores dificuldades enfrentadas pelas pessoas com deficiência auditiva.A insegurança e a resistência por parte da família também são casos que presisam ser enfrentados e superados.
No entanto é muito comum que as pessoas que fazem parte de um contexto social onde não é frequênte o convívio com os surdos ou deficientes auditivos, que aconteça essa resistência e insegurança de imediato, sendo que as pessoas não tem uma preparação e de início não sabem como lidar com a situação, onde muitas vezes é possível até observar a revolta.
Embora que ainda nos deparamos com cenas semelhantes as do filme, hoje as informações e os recursos são mais acessíveis, existem grupos de apoio que auxiliam no processo de superação, auxiliando e orientando os familiares. Falicitando até mesmo a inclusão social.
EJA (Educação de Jovens e Adultos)

Neste semestre, a interdisciplina de EJA me possibilitou um grande esclarecimento a respeito do que realmente é e como funciona a Educação de Jovens e Adultos. Até então acreditava que a EJA funcionava como o Supletivo, e servia como um atropelamento das interdisciplinas escolares, destinada para aqueles que que não tem muito tempo para estar em sala de aula ou para aqueles que simplesmente não gostam de estudar , mas querem garantir uma formação.
Lendo os textos pude compreender que estas modalidades de ensino não se assemelham como eu imaginava. Sendo que as características apresentadas acima dizem respeito apenas ao Supletivo.
A EJA também é destinada para pessoas que tem pouco tempo destinado para estar em sala de aula, mas não é vista como um "atropelamento", uma vez que não tem um tampo determinado para que a aprendizagem aconteça, pensando nisso a EJA trabalha de acordo com o desenvolvimento dos alunos, sendo que estes já trazem uma bagagem muito grande de conhecimentos e experiências que precisam ser valorizadas para que aprendizagem de fato aconteça.