quinta-feira, 11 de junho de 2009


Índios e afro-descendentes


Realizando as atividades da interdisciplina Questões étnico-raciais: Sociologia e História, relacionadas aos índios e afro-descendentes, comecei a refletir sobre a importância de estes assuntos serem abordados em sala de aula, bem como a forma que são desenvolvidos e compreendidos.
Quando nos dispomos a realizar um projeto, além de pensar em objetivos, criar atividades que envolvam o assunto abordado, precisamos também valorizar os conhecimentos prévios dos alunos, de modo que o trabalho possa ter um melhor desenvolvimento.
Muitas escolas só “falam” em índios no “Dia dos Índios”, e com os afro-descendentes acontece o mesmo. Talvez seja insegurança de alguns professores, que ainda carregam dentro de si um preconceito que não o permite mostrar quem realmente são, e como vivem, ou então, pode ser que realmente não conheçam de fato essas histórias, e diante de uma sociedade com tantos preconceitos, falar de algo que se desconhece pode gerar muitos conflitos.
Professores precisam se comprometer no combate ao preconceito e a discriminação que ainda são encontradas, mesmo num país que define leis que tornam as pessoas iguais. Precisamos então de uma escola com novas perspectivas, que busque meios para a formação de cidadãos críticos e autônomos, capazes de conhecer e respeitar a diversidade de culturas existentes.
Estas culturas precisam ser valorizadas e reconhecidas pela luta por igualdade social, e pela influência que tem até hoje em nossa história.

sábado, 30 de maio de 2009


Filosofia da educação


A atividade relacionada ao filme “O Clube do Imperador” proposta pela interdisciplina de Filosofia da Educação, me possibilitou maiores momentos de reflexão sobre o que realmente significa a palavra “moral”.
Como citei na atividade “entendemos que a moral está relacionada à educação, a ética, deste modo podemos compreender a moral como um processo construtivo, e assim como o professor, acredito que ela se constrói ao longo de nossa vida. Em muitos momentos este professor tentava transformar a personalidade de seus alunos conforme seus próprios interesses, de acordo com o que considerava correto ou não”.
Acredito realmente que nossa moral vai se construindo ao longo de nossa vida, mas discordo da atitude deste professor ao tentar “moldar” a personalidade dos alunos de acordo com o que considerava certo ou errado. Não cabe a nós educadores dizer aos nossos alunos o que é correto ou não, nosso papel é mostrar á eles diferentes caminhos a serem percorridos, mas a decisão de seguir o caminho certo ou errado, são eles que vão escolher, construindo assim sua moral.

Sociedade inclusiva


Estava organizando uns materiais e encontrei este texto da revista Mundo Jovem de setembro/2006. Achei muito interessante e mostra também um pouco do que estamos estudando.
“Nossa sociedade ainda não é inclusiva. Há grupos de pessoas discriminadas até mesmo nas denominações que recebem: inválido, excepcional, deficiente, mongol, down, manco, ceguinho, aleijado, demente...
Tais palavras revelam preconceito. Através delas estamos dizendo que certas pessoas precisam mudar para que possam conviver na sociedade. O problema é do surdo, que não entende o que é dito na TV, e não da emissora, que não coloca a legenda; é do cego, por não saber das novas leis, e não do Poder Público, que não as divulga oralmente ou em braile; é do encadeirado, que não pode subir escadas, e não de quem aprovou uma construção sem rampas. Assim, dizemos que é responsabilidade da pessoa com deficiência a sua integração à sociedade.
O termo inclusão indica que a sociedade, e não a pessoa, é que deve mudar. Para isso, até as palavras e expressões para designar as diferenças devem ressaltar os aspectos positivos e, assim, promover mudança de atitudes em relação a essas diferenças.
A limitação da pessoa não diminui seus direitos: é cidadã e faz parte da sociedade como qualquer outra. Chegou o momento de a sociedade se preparar para lidar com a diversidade humana”.

segunda-feira, 4 de maio de 2009


Questões étnico-raciais


Durante este semestre, com a interdisciplina “Questões étnico-raciais: Sociologia e História”, estamos tendo a oportunidade de conhecer diferentes povos, culturas, diferentes origens.
Além de conhecer outras culturas, estamos tendo a oportunidade de refletir sobre nossa própria origem, conhecer nossa descendência, até mesmo encontrar semelhanças entre parentes que passavam despercebidas.
E ainda, fomos para a sala de aula, trabalhar como nossos alunos diferentes raças, diferentes etnias, culturas de outros povos, despertando a curiosidade de cada um para descobrir a sua própria origem.
Na atividade da construção do mosaico, trabalhamos estas questões a partir de um questionamento, ressaltando semelhanças e diferenças existentes entre as crianças e as figuras observadas, bem como com os familiares. Foi muito interessante, uns se diziam parecidos com o pais, outros com a mãe, alguns até se diziam parecidos com alguém por terem mais afinidade. Como citei: “Trabalhar estes assuntos em sala de aula possibilita uma melhor formação de cidadãos críticos, capazes de conviver numa sociedade com tamanho preconceito e descriminação, com diferentes origens e culturas, aprendendo a compreendê-las e respeitá-las”.
Trabalhamos com o preconceito que ainda é visível em nossa sociedade e em todo o mundo, ressaltando sempre que todos são iguais, independente de raça, cultura ou origem.

terça-feira, 21 de abril de 2009


Inclusão Escolar
A interdisciplina: “Educação de pessoas com necessidades educacionais especiais”, vem nos mostrar um pouco da importância da inclusão escolar.
Acredito que esta oportunidade será muito bem aproveitada por todos nós, uma vez que nos sentimos tão despreparados para lidar com estas situações.
Os textos e atividades propostos estão nos oferecendo à oportunidade de conhecer as leis que garantem a inclusão de pessoas com necessidades especiais nas escolas, e também a oportunidade de aprender com as experiências vivenciadas pelos demais colegas.
Vejo esta interdisciplina como o começo de uma preparação para nós educadores, frente a este desafio.
Aprendizagem

Achei muito interessante a atividade proposta pela interdisciplina “Desenvolvimento sob o enfoque da Psicologia II”, em relação à aprendizagem.
Fomos motivados a descrever uma aprendizagem significativa, tanto na escola quanto pessoal.
De imediato, pensei em relatar alguma aprendizagem escolar. Então comecei a refletir e percebi que tive uma aprendizagem muito mais importante e significativa, que foi o nascimento do meu filho. Deste modo, como era algo muito pessoal, a atividade foi muito prazerosa de ser realizada.
Achei esta atividade interessante, pois muitas vezes não entendemos acontecimentos, positivos ou negativos, do nosso dia-a-dia como uma aprendizagem, e de fato estamos aprendendo constantemente.
Seja com erros ou acertos, dentro ou fora da escola, em casa, na rua, com filhos ou não, a vida é uma eterna aprendizagem.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Conflitos da vida adulta

Ser adulto é encontrar-se numa fase de maturidade, onde é possível uma maior compreensão das pessoas que nos rodeiam, sejam nossos familiares, amigos ou alunos.
Quando chegamos nesta fase conseguimos entender mais as necessidades de nossos alunos, assim como suas curiosidades. E é por nos conhecer melhor, que conseguimos assumir uma posição de professores mediadores no processo de construção do conhecimento.
Mas é nesta fase também que passamos pelos conflitos da vida adulta, seja nas relações que estabelecemos com os outros ou com o nosso próprio ser.
É nesta fase que adquirimos maiores responsabilidades e compromissos, e então passamos a opinar de acordo com o que acreditamos, ou sentimos necessidade de aperfeiçoamento.
Nas escolas é possível perceber estes conflitos na construção do Projeto Político Pedagógico e do Regimento Escolar. Sabemos que há participação de todos na construção, ao menos na escola que estou inserida, porém algumas decisões que são tomadas pelos pais podem vir a ser um conflito quando atinge seus filhos, direta ou indiretamente.
Um exemplo seria que a escola permite o avanço escolar para alunos que apresentam um grau de aprendizagem maior que o esperado, entretanto se esta prática acontece, pode ser criticada por pais de alunos que se sentem inferiores quanto ao assunto.
Estes conflitos são necessários para que haja crescimento e maior comprometimento na busca da “perfeição”.